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Para movimentar economia, governo promete liberar saldo inativo do FGTS

notas de 100 e 50 reais
Publicado em: 16/janeiro/17   |   Autor: Ylka Karine Teixeira
O governo anunciou em dezembro do ano passado a liberação do saque de contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que são aquelas vinculadas a empregos com carteira assinada cujo contrato já tenha sido encerrado e, por isso, não recebem mais depósitos. A medida, que tem como objetivo injetar R$ 30 bilhões na economia, beneficiará todos os trabalhadores com contas inativas até 31 de dezembro de 2015. Conforme estimativas do Planalto, cerca de 10 milhões de trabalhadores serão beneficiados. É possível que um trabalhador tenha mais de uma conta inativa, já que cada emprego com carteira assinada corresponde a uma conta diferente. Quem não quiser sacar poderá deixar a quantia rendendo numa conta-investimento. O cronograma de pagamento será fechado pela Caixa Econômica Federal nas próximas semanas, mas a orientação do governo é que todos os cotistas recebam o dinheiro no prazo máximo de um ano, para que a medida surta efeito na economia. A ideia é vincular o saque ao mês de aniversário do trabalhador. Dessa forma, os trabalhadores que fazem aniversário em janeiro já devem começar a sacar os recursos em fevereiro, quem nasceu em fevereiro receberá em março, e assim sucessivamente. Os meses também poderão ser agrupados para acelerar a possibilidade de saque dos valores. No início o governo havia cogitado permitir o saque apenas para pagamento de dívidas, mas voltou atrás. Os trabalhadores com valores disponíveis poderão retirar os recursos para qualquer finalidade. Os extratos de contas podem ser consultados no aplicativo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) (disponível para Android, iOS, e Windows Phone), no site da Caixa (www.caixa.gov.br) e utilizando o cartão do cidadão em postos de autoatendimento ou agências do banco. Pela legislação atual, os principais casos em que o fundo pode ser sacado são na demissão sem justa causa, na aposentadoria, quando o trabalhador fica mais de três anos fora do regime do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) (ou seja, sem um emprego com carteira assinada) e para financiamento imobiliário.   Assessoria Fundação 1°de Maio
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